Parafraseando Maria Gadú para expressar o que sinto agora...
De todo o amor que eu tenho
Metade foi vocês que me deram
Salvando minha alma da vida
Sorrindo e fazendo o meu eu,
Me mostrem um caminho agora
Um jeito de estar sem vocês
O apego não quer ir embora
Diaxo, ele tem que querer...
Ó meu pai do céu, limpe tudo aí
Vai chegar a rainha e o rei
Precisando dormir
Quando eles chegarem
Tu me faça um favor
Dê um banto a eles, que eles me benzem aonde eu for,
Pai e vó, o fardo pesado que vocês levaram por aqui,
Desaguou na força que vocës sempre tiveram,
O lar de vocês é no reino divino
Limpinho cheirando a alecrim.
O texto aqui não é comercial. Não foca em gênero. Não há crônicas de um cotidiano especial. São meus devaneios, comoções e a ousadia de se expor. Porque talvez esse seja o único remédio quando ameaça a doer demais : ESCREVER! E como dizia o grande poeta : "Não, meu coração não é maior que o mundo. É muito menor. Nele não cabem nem as minhas dores. Por isso gosto tanto de me contar." (Carlos Drummond de Andrade)
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sexta-feira, 24 de junho de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Pai...
E já são 4 anos hj que o meu mundo, o mundo que te perdeu, nunca mais foi o mesmo.
Saudades excruciantes!
Em homenagem àquele que me acompanhou desde o primeiro rabisco até o beabá e que nunca será esquecido! Pra vc pai, direto para esse plano especial que vc mora agora, obrigada por tudo!
Amor,
Saudades excruciantes!
Em homenagem àquele que me acompanhou desde o primeiro rabisco até o beabá e que nunca será esquecido! Pra vc pai, direto para esse plano especial que vc mora agora, obrigada por tudo!
Amor,
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